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Tudo o que entrou no Maya em junho, julho e agosto de 2026. Sem versão para instalar, sem parar sua operação, sem plano premium: o que é lançado vale para todos os clientes, no mesmo dia, dentro do que você já paga.
Nenhum lançamento nesta categoria por enquanto.
A tela inicial deixou de ser um resumo do que aconteceu e virou uma lista do que precisa de você: manutenção vencida, produto no fim do estoque, obra sem produção há dias. Cada aviso leva à tela já filtrada. Abaixo, a frota inteira em uma tabela, as obras em execução com previsão de término e a produção comparada ao faturamento.
Linha do tempo de máquina × obra × semana, com previsão de término calculada pelo ritmo real de execução — em metro ou em estaca, conforme a obra. Mostra quando cada equipamento libera, qual obra vai estourar o prazo e onde duas obras disputam a mesma máquina.
O computador de bordo não mede concreto: conta pulsos da bomba e multiplica por uma constante. A Aferição cruza a nota fiscal dos caminhões com o volume registrado, rateia caminhão por estaca automaticamente e mostra o desvio por dia, por obra e por período — com o novo pulso sugerido para a bomba.
Estaca repetida ganhou tela própria, uma decisão por vez: as cópias aparecem lado a lado, o sistema explica o que provavelmente aconteceu (execução abortada, relançamento, dado complementar) e você escolhe qual fica. Anexos e betoneiras nunca se perdem no caminho.
Resposta salva pela metade parou de ser só "continuar": quem retoma corrige o que estava errado, apaga o que foi marcado sem querer e substitui a foto.
Cada checklist pode avisar os responsáveis a cada nova resposta, com o relatório completo em anexo — ou apenas quando houver item crítico. Chega no minuto em que o operador responde, não no fechamento do mês.
Ao concluir a obra, o Maya oferece enviar uma pesquisa ao contratante por e-mail ou link. A resposta vira nota no cadastro do cliente, com média histórica, média dos últimos 12 meses e a comparação entre as duas últimas obras.
Confirmação por código de 6 dígitos e dois caminhos para recuperar a senha: pelo próprio e-mail verificado ou por pedido aprovado pelo administrador da empresa. Relatório não sai mais para endereço que ninguém confirmou.
A leitura do PDF do projeto ficou mais forte em pranchas com blocos, pilares compartilhados e carimbos fora do padrão — mais pontos reconhecidos sozinhos e menos vínculo feito à mão.
O abastecimento passou a carregar o valor, e não só os litros. Consumo por metro executado deixou de ser conta de planilha para virar número na tela.
Mais um documento que sai do papel: o relatório de bomba agora é assinado digitalmente na tela, com o mesmo selo de autenticidade dos demais.
Virou assistente: cole direto do Excel, envie o arquivo (.xlsx, .ods, .csv) ou comece de uma planilha em branco. As colunas são reconhecidas sozinhas, a validação acontece antes de gravar e o lote inteiro entra — antes ele era cortado no meio do caminho, em silêncio.
Suba o PDF do projeto de fundação e ele vira um mapa navegável, com as estacas e blocos reconhecidos automaticamente. Cada estaca executada se liga ao ponto do desenho e o avanço se pinta sozinho — inclusive no Portal do Cliente.
O app parou de baixar tudo de novo a cada sincronização: agora só vem o que mudou. Em obra com sinal ruim a diferença é sentida na hora — e o pacote de dados do operador agradece.
Quanto tempo cada equipamento leva entre terminar uma estaca e começar a próxima, com produção e faturamento do mesmo período lado a lado. O tempo morto da operação, finalmente com número.
Além de horímetro e data, o plano de manutenção agora dispara pela metragem que a máquina realmente executou — a unidade que mais se aproxima do desgaste real do equipamento.
Manual, laudo, nota fiscal e foto guardados dentro do cadastro de cada equipamento, com leitura direto na tela. Fim da pasta compartilhada que ninguém acha.
Máquina vendida ou fora de operação sai da frota ativa — e do custo do plano — mantendo produção, manutenções e relatórios anteriores intactos.
Estacas, ocorrências, abastecimento e chegada & saída podem ser corrigidos em lote, como numa planilha: marca as linhas, preenche a coluna, salva. O que ficou em branco continua como estava.
Quem abre a planta pela primeira vez é levado pela tela: um passo a passo que mostra os controles no próprio mapa, com versão curta para o cliente que só acompanha.
A execução registrada pelo equipamento reproduzida passo a passo: pressão, torque, rotação e concreto ao longo da profundidade. A prova técnica que encerra discussão sobre o que aconteceu naquela estaca.
Quanto cada obra, máquina e período faturou, com os complementos de medição no lugar certo e exportação direta para Excel.
As estacas da obra sobre a imagem de satélite, com a coordenada capturada na execução. Dá para ver o desenho da obra se formando — e achar a estaca que foi lançada no lugar errado.
Obras escavadas passaram a lançar por bloco de fundação, agrupando as estacas do mesmo bloco num cadastro só — bem mais rápido para o operador no campo.
O Maya passou a tratar diafragma como merece: painéis, camadas de perfuração e preço por seção, refletidos direto na medição.
Duas regras de contrato que viviam em planilha entraram no sistema: o mínimo garantido da obra e a bonificação da equipe por produção.
A medição aprovada no Maya sai direto para o ERP, sem redigitação — e a tela mostra o que já foi enviado.
A tela mais usada do sistema foi redesenhada campo a campo, com navegação por Enter e menos rolagem para lançar a estaca do dia.
O controle de concreto ganhou os campos que faltavam para fechar o ciclo com a nota do caminhão — a base do que virou a Aferição de Concreto em agosto.
Frota com máquinas iguais para de repetir o mesmo cadastro: duplica o plano, ajusta o que muda e pronto.
E isso foi só um trimestre
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